New Lancia Stratos: 40 Buyers Interested in Ferrari-Based Supercar, Price Estimated at €400,000 or $545,000


A small series production of the Lancia-badged New Stratos seems increasingly likely as time passes by and more people learn about the supercar created by Pininfarina for German businessman Michael Stoschek.

According to the latest announcement, so far 40 potential buyers from Europe and other regions have registered their interest in the New Stratos, but Pininfarina and Stoschek believe that this number will continue to increase after the massive exposure from test drives and presentations in a variety of car magazines in their February and March issues.

The original cost of development of the New Stratos is rumored to be around €3 million but the company believes it can sell the supercar for somewhere around €400,000 or $545,000, which includes €100,000 for a Ferrari F430 donor car and €300,000 for the conversion.

The New Stratos, which pays homage to the legendary 1970s Lancia rally car made with parts borrowed from the Ferrari Dino V6, was designed and built by Pininfarina. Underneath its carbon-fibre body clothes lays a cut-down Ferrari 430 Scuderia chassis complete with its 4.3-liter V8 engine churning out an improved 540 ponies and over 500 Nm (369 lb-ft) of peak torque.



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Land Rover Range Rover Evoque 2011

Rover Range Rover Evoque virou o muito aclamado carro conceito LRX em realidade, captar fielmente o espírito de seu design cross-coupé marco.

 Range Rover Evoque 2011
  Range Rover Evoque 2011

Exclusivamente no segmento de SUV compacto, o Evoque permite aos clientes para especificar uma cabine luxuosamente decorados, com couro macio, prémio e muito bem adaptada, agulha de costura dupla proporcionando um acabamento de luxo para quase todas as superfícies do instrumento painel, portas e assentos.

Renault Captur

• Apresentado hoje por Carlos Ghosn, Presidente do Grupo Renault, o CAPTUR é o segundo carro-conceito que reflete a estratégia de design da Renault.

• Com suas amplas dimensões e desenho robusto, este crossover esportivo simboliza a descoberta do mundo a dois.

• Seu motor diesel biturbo de baixa cilindrada combina prazer de dirigir, alta performance e baixas emissões de CO2.

“No Salão de Frankfurt de 2009, a Renault apresentou a sua nova identidade de marca, que coloca o ser humano no centro de suas preocupações. Como consequência, a nova e ambiciosa estratégia de design é baseada nas várias etapas da vida, com cada uma delas assumindo a forma de um carro-conceito”, explicou Laurens Van den Acker, Diretor do Design da Renault. O primeiro deles, o DeZir, é um coupê de dois lugares, que simboliza a paixão que acontece no início de toda história. Agora, o Renault CAPTUR representa a segunda fase deste ciclo, a descoberta do mundo a dois.

Como seu antecessor, o Renault CAPTUR representa o estilo “simples”, “sensual” e “aconchegante”, que progressivamente será a assinatura dos próximos carros da marca. “CAPTUR um crossover alegre e esportivo, destinado a um casal jovem, pronto para descobrir o mundo” diz Laurens Van den Acker. Já, o Diretor de Carros-Conceito da Renault, Axel Breun, acrescentou: “O CAPTUR é baseado no estilo lançado pelo carro-conceito DeZir, com um lado mais técnico e funcional, porém, sem abrir mão de ser extremamente atraente e bonito”.


Um Crossover que combina músculos e movimento
As dimensões e linhas do Renault CAPTUR lembram movimento e leveza, ao mesmo tempo em que mostram uma forte personalidade fora-de-estrada, cheia de “músculos”. Dando continuidade ao estilo do DeZir, ele não tem ângulos e nem linhas retas, mas formas sensuais e naturais. As principais fontes de inspiração de Julio Lozano, Designer de Exteriores da Renault, foram os esportes radicais e os atletas. “Para desenhar o CAPTUR, parti da imagem de um sprinter nos starting-blocks, com seus músculos tensionados e a potência produzida quando ele dispara”, explicou. Ele também se baseou nos equipamentos dos esportes radicais, aliando tecnologia, sofisticação e leveza, como os capacetes, as luvas e outras proteções corporais.

O Renault CAPTUR tem a mesma identidade da nova frente, apresentada pelo DeZir. Ela também se estrutura em torno do amplo logo Renault, verticalizado e posicionado sobre uma superfície com um traçado escuro, que confere o máximo de legibilidade. Os grandes paralamas têm um aspecto fosco, que destacam a percepção de robustez. Lâmpadas LED prolongam o pisca-pisca, através de um efeito de ondas que se propagam pela carroceria.

O Renault CAPTUR não tem apenas um apelo emocional: é um veículo prático e funcional. Quando retirado, o teto rígido revela uma estrutura em carbono. Assim, o CAPTUR pode se transformar, passando de coupê para conversível ou de veículo urbano para um fora-de-estrada. O seu lado esportivo é reforçado pelas portas tipo “asa” (élitro) e pneus superdimensionados de 22 polegadas, montados sobre rodas pretas e brancas, cujo padrão se repete ao longo dos flancos.

O Renault CAPTUR exibe uma carroceria de cor quente, alaranjada, que toma o lugar do vermelho do DeZir. Esta cor é declinada em diferentes nuances e materiais, tanto do lado de fora como do lado de dentro do veículo.


Interior aconchegante e leve
Desta forma, o habitáculo tem uma cor predominantemente laranja, com notas fluorescentes destacadas por uma difusão contínua da luz. “Meus principais temas de inspiração são o corpo humano, os esportes outdoor ou ainda o estilo urbano”, explicou Kana Watanabe, Designer de Cores e Materiais da Renault. “Queria que o veículo transmitisse aconchego e dinamismo”, explica a designer.

O interior do Renault CAPTUR é ao mesmo tempo simples de usar e aconchegante. A impressão de leveza transmitida pelo design externo ainda domina, como os bancos dianteiros ligados ao console central, que parecem estar suspensos no ar. O habitáculo é refinado e não tem nenhum equipamento supérfluo. Materiais inovadores foram utilizados de forma astuciosa, permitindo brincar com a luz e os efeitos óticos. O console central, os painéis das portas e o painel de instrumentos foram criados a partir de um material translúcido, como se fosse uma “segunda pele”. Na parte da frente, os cordames em tecnofibra ficam à mostra devido aos pontos luminescentes, presentes na maior parte do habitáculo. “Todo o interior foi concebido em torno desta rede de fibras elásticas esticadas, que remetem ao mundo da vela e do montanhismo. Elas dão ritmo a este interior através de jogos gráficos e luminosos, reforçando o dinamismo do veículo ao mesmo tempo em que dão leveza ao habitáculo”, resume Magali Gouraud-Borgers, Designer de Interiores da Renault.

O volante em couro cinza, os bancos dianteiros em carbono, típicos dos carros de corrida, e os pedais em alumínio reforçam o aspecto esportivo do veículo, dando continuidade às diretrizes iniciais.

Com seu assoalho forrado com três níveis de cordames, a traseira do veículo é uma área funcional:
- A disposição dos cordames tensionados permite ter porta-objetos moduláveis.
- A leveza elástica da estrutura é um convite ao relaxamento. É uma nova proposta de conforto, uma nova forma de se sentar, como se fosse uma rede.
- Por fim, o Renault CAPTUR brinca com a modularidade, oferecendo encostos articulados nas laterais do carro, criando dois verdadeiros assentos traseiros com cintos e apoios de cabeça. Assim, o CAPTUR pode acomodar quatro passageiros.


Inovação e alta performance sem gastar muito
O Renault CAPTUR é equipado com um motor-conceito diesel biturbo, desenvolvido com base no novo 1.6 dCi. Para atingir o objetivo de ser líder europeia em termos de emissões de CO2, a Renault se apoia principalmente em uma estratégia de downsizing. Trata-se de oferecer uma linha de motores térmicos que associam performance e consumo limitado paralelamente à linha de motores elétricos. O 1.6 biturbo se encaixa perfeitamente nesta estratégia. Graças à introdução da superalimentação, ele entrega 160 cv de potência para uma cilindrada de 1.6 litro, ou seja, uma potência específica comparável a motores como o do Clio R.S., por exemplo. O torque máximo de 38,7 mkgf está disponível desde os 1.750 rpm, garantindo retomadas rápidas em baixo regime e conforto ao dirigir em qualquer circunstância. Junto com a caixa de câmbio com dupla embreagem EDC, este grupo motopropulsor oferece um verdadeiro prazer de dirigir, com emissões de CO2 limitadas a 99 g/km.

Para melhorar ainda mais as suas performances, o Renault CAPTUR dispõe de um sistema inovador, que aumenta a tração em baixa velocidade. Quando uma das duas rodas motrizes perde aderência, o novíssimo diferencial mecânico autoblocante transmite todo ou parte do torque do motor disponível para a roda que tem mais aderência. Assim, a direção fica fluida nas estradas ou percursos escorregadios.

O Renault CAPTUR também está inaugurando o Visio-system, um recurso inovador que inclui uma câmera frontal no alto do parabrisa, associada aos dispositivos de auxílio à condução. Esta nova tecnologia insere imagens computadorizadas à projeção da estrada transmitida pelo monitor central. É a mesma técnica da realidade aumentada, que visa a complementar a percepção do mundo real, incluindo elementos fictícios. Este sistema permite uma condução mais tranquila, unindo segurança e conforto.



Fonte Renault

Vídeo do Camaro ZL1

Lamborghini Shows Off Murcielago Replacement’s High-tech Carbon Fiber Composite Monocoque


Over the past few months, Lamborghini has released several teasers displaying components of the Murcielago's replacement, rumored to be called either Aventador or Jota and set for a world premiere at the 2011 Geneva Motor Show.

The Italians first showed us the all-new 700HP 6.5-liter V12 engine, followed by a preview of the Formula 1-inspired pushrod suspension. Now, new information is available on the supercar’s monocoque, built entirely from carbon fiber using carbon fiber-reinforced polymer (CFRP) technology.

Although touted as a “single shell” design, the monocoque that also has its roots in F1 racing is actually made from various individual parts, which, once joined, physically function as one component.

Known for its extreme durability, carbon fiber is also lighter compared to conventional materials, which makes it an excellent choice for building performance car components. In the case of the Murcielago successor, the monocoque only weighs 147.5 kg or 324 lbs and has excellent torsional rigidity, according to Lamborghini.

To build the different elements needed, engineers used three CFRP manufacturing methods that not only differ as processes, but use different types of carbon fiber as well. The monocoque also contains epoxy foam pieces to further increase stiffness and aluminum inserts, which facilitate the connection of the front and rear sub-frame elements.

It’s evident that the building process is not what one would call simple, therefore Lamborghini chose to do everything in-house, thus making sure that every piece is made according to specifications.

By Csaba Daradics


[From Lamborghini Press Release] CFRP manufacturing methods

Resin Transfer Moulding (RTM): In this process the carbon fiber mats are preformed and impregnated with an exact amount of resin. Afterwards, they are cured under heat while the part is in the mold. Lamborghini has achieved a major breakthrough by further developmening this method. Using the patented “RTM-Lambo” process, the final mold is no longer a heavy, complex metal piece, but is made instead from lightweight carbon-fiber parts, thus making the manufacturing process faster, more flexible and more efficient.

An additional benefit of the RTM-Lambo process is the low injection pressure that doesn’t require expensive equipment.

Prepreg – The carbon fiber mats used in this method, commonly known as prepreg, are pre-injected by the supplier with a thermosetting liquid resin and must be stored at a low temperature. The mats are then laminated in molds and cured under heat and pressure in an autoclave. Prepreg components are complex to make, but have an extremely high-quality surface finish (Class-A surface quality) and are therefore the preferred option for use in visible locations.

Braiding – These components are manufactured by using RTM technology. This carbon fiber weave technology is derived from the textile industry and used to make tubular components for special applications such as structural roof pillars and rocker panels. The woven components are made by diagonally interweaving the fiber in several layers.



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Lamborghini Shows Off Murcielago Replacement’s High-tech Carbon Fiber Composite Monocoque


Over the past few months, Lamborghini has released several teasers displaying components of the Murcielago's replacement, rumored to be called either Aventador or Jota and set for a world premiere at the 2011 Geneva Motor Show.

The Italians first showed us the all-new 700HP 6.5-liter V12 engine, followed by a preview of the Formula 1-inspired pushrod suspension. Now, new information is available on the supercar’s monocoque, built entirely from carbon fiber using carbon fiber-reinforced polymer (CFRP) technology.

Although touted as a “single shell” design, the monocoque that also has its roots in F1 racing is actually made from various individual parts, which, once joined, physically function as one component.

Known for its extreme durability, carbon fiber is also lighter compared to conventional materials, which makes it an excellent choice for building performance car components. In the case of the Murcielago successor, the monocoque only weighs 147.5 kg or 324 lbs and has excellent torsional rigidity, according to Lamborghini.

To build the different elements needed, engineers used three CFRP manufacturing methods that not only differ as processes, but use different types of carbon fiber as well. The monocoque also contains epoxy foam pieces to further increase stiffness and aluminum inserts, which facilitate the connection of the front and rear sub-frame elements.

It’s evident that the building process is not what one would call simple, therefore Lamborghini chose to do everything in-house, thus making sure that every piece is made according to specifications.

By Csaba Daradics


[From Lamborghini Press Release] CFRP manufacturing methods

Resin Transfer Moulding (RTM): In this process the carbon fiber mats are preformed and impregnated with an exact amount of resin. Afterwards, they are cured under heat while the part is in the mold. Lamborghini has achieved a major breakthrough by further developmening this method. Using the patented “RTM-Lambo” process, the final mold is no longer a heavy, complex metal piece, but is made instead from lightweight carbon-fiber parts, thus making the manufacturing process faster, more flexible and more efficient.

An additional benefit of the RTM-Lambo process is the low injection pressure that doesn’t require expensive equipment.

Prepreg – The carbon fiber mats used in this method, commonly known as prepreg, are pre-injected by the supplier with a thermosetting liquid resin and must be stored at a low temperature. The mats are then laminated in molds and cured under heat and pressure in an autoclave. Prepreg components are complex to make, but have an extremely high-quality surface finish (Class-A surface quality) and are therefore the preferred option for use in visible locations.

Braiding – These components are manufactured by using RTM technology. This carbon fiber weave technology is derived from the textile industry and used to make tubular components for special applications such as structural roof pillars and rocker panels. The woven components are made by diagonally interweaving the fiber in several layers.



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